quarta-feira, 26 de maio de 2010

Amores Risíveis - Milan Kundera


…mas é sempre o que acontece na vida: imaginamos representar um papel numa determinada peça e não percebemos que os cenários foram discretamente mudados, de modo que, sem perceber, devemos atuar num outro espetáculo.

3 comentários:

Alan Salgueiro disse...

Sumida, menina de sobrenome ilustre! E quando surgirão os próximos atos dessa peça?

Rafa Carvt disse...

é a arte da vida, saber ser quem o cenário e a situação precisa sem deixar de ser você.
rs, perfeito *...*

Pauline Machado disse...

Huumm, será que entendi certo? É mais ou menos como dançar conforme a música?

Acho que estou aprendendo a ser uma Lin em cada situação sem perder a essência Lin de ser...

A estrutura pode se modificar, mas a essência, não!